sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Os "3 Ds" que fazem parte do lado negro da adolescência

Por não saber lidar com determinadas situações ou mudanças, grande parte dos adolescentes se submete a atos não saudáveis. Problemas, muitas vezes inter-relacionados que criam os "três Ds": drogas, depressão e delinquência.
A maioria dos adolescentes evita as drogas com a excessão do álcool. Experimentam drogas por ser algo novo; veem com um meio de reduzir a tensão; para evitar o mundo real ou até mesmo para aumentar a autoconfiança. De certo que essas razões não se aplicam a todos os adolescentes.
Ao adolescente que consome drogas, o professor deve estimular seu vínculo com ele, pois afastar-se não o ajudará a sair dessa situação.
A depressão, um problema que afeta o adolescente, às vezes decorre do uso de drogas. Sentimentos de tristeza, irritabilidade e baixa auto-estima caracterizam um indivíduo com depressão; as meninas são mais sujeitas à depressão que os meninos. Eles acreditam que os membros da família, os amigos e os colegas não estão sendo amigáveis com eles.
Muitas maneiras de tratar a depressão estão disponíveis, mas a mais eficaz ensina habilidades sociais, de modo que os adolescentes possam ter interações sociais recompensadoras, e formas de reestruturar a sua interpretação dos acontecimentos, de modo que os mesmo reconheçam situações em que podem exercer o controle sobre suas vidas.
Quando ocorre de um adolescente faltar as aulas com frequência, cometer pequenos furtos ou até mesmo vender droga, estamos diante da delinquência juvenil. Cometem esses atos ilegais, além de destrutivos para si mesmos e para os outros. Esse comportamento anti-social dura pouco, em geral desaparecendo ao final da adolescência ou no início da fase adulta. O comportamento anti-social persistente ao longo da vida pode estar ligado às classes sociais, aos processos familiares, à falta de autocontrole e a forças biológicas.
Como forma de tratamento e prevenção, pode-se ensinar técnicas de autocontrole aos adolescentes; aos pais, ensinar a importância de supervisionar o comportamento dos filhos; as famílias, melhores meios de reslover os conflitos; as escolas podem desenvolver porgramas que motivem os jovens a se interessarem pelo seu desempenho na escola.
Só não podemos deixar a educação na vida de um indivíduo em último plano.

Indisciplina: Um sintoma tratável?

Para a psicanálise o sintoma é um sinal que conduz a uma avaliação de vários elementos, resultando em um diagnóstico. Esse modelo de diagnosticar e intervir bem pode ser aplicado no contexto escolar.
Alguns pesquisadores sociais e educacionais afirmam que a indisciplina aparece na adolescência e que é um sintoma dos dias atuais, mas se sabe que é tão velho quanto o próprio homem e no âmbito da escola é tão antigo como ela. E é constatado que a indisciplina não surge predominantemente na pré-adolescência ou adolescência, mas desde a infância.
Sem dúvida é um problema que abrange diferentes níveis de relações, no entanto, normas convivenciais devem ser estabelecidas.
É comum encontrarmos ainda a crença de que punições como a exclusão do aluno do processo de ensino-aprendizagem ou até mesmo sua expulsão da escola são caminhos mais fáceis.
Uma consideração que cabe fazer é a análise dos métodos de ensino. A escola como espaço formador e não conformador, deve abrigar as diferenças, mas conter as regras fundamentais.
A indisciplina é tratável e é ingênuo acreditar que antigamente havia filhos e alunos mais disciplinados, pois a indisciplina sempre foi uma qualidade de todas as fases do ser humano, em todos os tempos.

O lado negro da adolescência - 3D

A chegada da adolescência assusta alguns jovens, que por não saberem ao certo o que fazer, acabam tomando atitudes não muito sadias.Os principais problemas que elesmencaram são: as drogas, a depressão e a delinquência.
Todos sabem o que são as drogas e quais os problemas que elas trazem, mas mesmo assim os adolescentes não deixam se experimentá-las, principalmente o álcool.Experimentam por curiosidade, para ser aceito no grupo, se sentir forte, ou até mesmo para relaxar, fugir dos problemas do cotidiano.
O turbilhão de emoções vivenciado na adolescência pode dar lugar, ás vezes, a longos períodos de tristeza e desânimo, que por sua vez, podem causar a depressão.O que faz o adolescente permanecer irritadiço e com baixa alto estima durante longo tempo. Eles generalizam o sentimento de desamparo e se veem sem capacidade e controle sobre a vida. O tratamento para esse tipo de problema pode ser através de medicamentos ou tratamento psicoterápico para desenvolver habilidades sociais.
A delinquência é caracterizada por atos que vão contra a lei.Este tipo de comportamento é comum entre adolescentes porque estes vivem um embate: obter status de adulto! Eles encontram nos delitos, uma forma de expressar sua independência. Atos de delinquência também podem ser um tipo de comprtamento anti-social que vem se desenvolvendo desde a infância.
Estes três problemas vem sendo enfrentado por várias gerações, mas elas podem vencê-los, com muita força de vontade e ajuda da família.

O lado negro da adolescência

Vivemos num mundo em que a busca pelo prazer, poder e liberdade é constantemente incentivada, o que contradiz bastante com a realidade de muitos adolescentes e faz com que eles procurem uma forma de escapar da condições em que se encontram.
Muitos adolescentes que não se encaixam nos padrões sociais almejados ou têm um bom padrão social e não têm nenhum objetivo, entram no que chamamos de "caos social" que é formado pelos três Dês: Delinquência, drogadição e depressão. Eles são totalmente destrutíveis às vidas dos jovens e às de seus familiares.
O caos social acontece porque os adolescentes não conseguem superar suas dificuldades e acabam caindo na nessa grande armadilha. A delinquência acontece para chamar a atenção às disparidades sociais em que o jovem vive e mostrar sua revolta diante dessa situação; a drogadição para ele esconder sua timidez, conseguir aceitação e obter prazer imediato; a depressão é o luto por ter perdido a infância e o modelo de pais perfeitos.
Para tentar amenizar o lado negro da adolescência, é preciso uma parceria entre pais, escolas e serviços sociais incluindo programas motivadores, supervisionamento dos jovens, resoluções de conflitos e tentar diminuir as diferenças das disparidades econômicas.

Melhorando o relacionamento professor/aluno

Na adolescência existem vários conflitos , tantos aos adolescentes quanto aos professores. A escola, por sua vez, é co-responsável pelos alunos e por cuidar das relações que lá se dão, ensinando o exercício da cidadania.
Não é fácil melhorar o relacionamento professor/aluno, pois seus conflitos são reflexos das transformações em vários âmbitos, que se potencializam no dia a dia escolar causando indisciplina, desrespeito e violência.
Sendo o papel do educador complexo, não existe uma regra para melhorar a relação professor/aluno; o que o professor pode fazer é procurar recursos que o ajudem a refletir sua prática individual e coletiva.
Feito isso, o professor deve expor suas dificuldades e ouvir as dos alunos para identificar o problema; ele deve trabalhar novas competências e aprender que seus erros são materiais importantes para mudanças e melhorias na prática social dele e dos alunos.

Como agir diante da indisciplina?

Sabe-se que a indisciplina é um sintoma que nos acompanha em todas as épocas, em diferentes idades e em vários ambientes; agora, como descobrir uma forma de encaixá-la no processo ensino/aprendizagem para torná-la uma aliada?
A indisciplina surge desde a primeira infância e não apenas na adolescência, o que mostra que ela ela não é uma etapa do desenvolvimento, por isso é importante identificar o tipo de indisciplina, ou seja, saber se ela é uma ruptura da legalidade instituída ou uma resistência a regras acordadas e aceitas por todos. Nesse último caso trata-se de um reposicionamento da pessoa diante de algo já estabelecido, o que é natural no desenvolvimento humano.
Uma vez que diferenciada a indisciplina, devemos analisar os métodos educacionais que podem ocasioná-la, devido a falta de criatividade e adaptação. A escola deve ser um espaço formador, abrigar diferenças, mas conter as regras fundamentais na organização das relações sociais.
Portanto, as instituições devem ser flexíveis aos atos indisciplinares, transformando-os em lição de aprendizagem, pois estes atos são justamente a busca do aprendizado e do desenvolvimento importantes na vida humana.

Como melhorar o relacionamento professor/aluno? Existe uma receita pronta?

O jovem, quando enfrenta a "crise normal da adolescência", se depara com incertezas e questiona as regras impostas pelo professor fragilizando a relação e causando indisciplina, desreipeito e até violência.
Não há uma metodologia pronta que indique como o professor deverá proceder para melhorar essa relação pois o papel do professor é complexo. Existem experiências bem-sucedidas, a maioria delas fora do Brasil, pois este é um país que está caminhando para o desenvolvimento e buscando levar qualidade e valorização ao ensino público.
Os professores que buscam melhorar sua relação com os alunos em função do sucesso no processo de ensino/aprendizagem procuram obter a imagem de como são vistos pelos alunos e vice-versa, procuram perceber sua contribuição para o desenvolvimento dos alunos.
Para melhor entender a crise pela qual o jovem está passando, o professor deve aprofundar-se nos estudos sobre o desenvolvimento psicológico, intelectual e emocional do adolescente refletindo, ao mesmo tempo, sobre sua prática pedagógica. Se colocar no lugar do outro, socializar vivências, resgatar as experiências prévias, refletir sobre seus objetivos pessoais e profissionais são alguns conselhos que ajudam a manter um bom relacionamento entre professores e alunos.

A relação professor/aluno

Em decorrência do processo de transformação, sendo ele corporal, emocional e das ideias, são os principais fatores que fazem com que o adolescente viva a chamada "crise normal da adolescência". Sendo essa crise normal, mas responsável por (alguns) atritos no relacionamento de alunos e professores, e até mesmo no relacionamento fora da escola.
A escola tem a tarefa de não deixar que os reflexos dessa transformação interfira de forma negativa na formação do indivíduo. O professor, munido de recursos teóricos aprofundando-se nesse processo de desenvolvimento do aluno, tende a contribuir de forma significativa para lidar com as dificuldades em sala de aula, levando-o a melhores resultados e a sentir-se menos estressado e insatisfeito com seu ofício.
Há outros fatores que podem contribuir para um bom relacionamento com o aluno, tais como: tentar entender as atitudes; negociar regras deixando explícito o papel de cada um; trocar experiências e ser criativo; aceitar a complexidade na profissão de professor e aceitar também que não saber como agir de maneira correta e com rapidez às vezes é normal.
"Compreender é também aprender e reaprender incessantemente."
Edgar Morin

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Relacionameto professor/aluno



A relação entre professores e alunos deve ser a mais equilibrada possível.Exigindo sempre mais do professor, já que este é o adulto e também exerce autoridade sobre os alunos. O equlilíbrio deve existir no sentido de que o professor, mesmo como autoridade, não deve desconsiderar os problemas e sentimentos de seus alunos.
A construção do conhecimento deve ser uma atividade conjunta e prazerosa para ambos.Como facilitador do conhecimento o professor não pode se colocar como detentor do saber, mas reconhecer e respeitar o conhecimeto de seus alunos.Abrir sempre o diálogo, e através dele chamar a atenção do aluno, despertando nele o prazer pelo aprender.
Para conseguir o respeito da turma não é necessário ser autoritário, silencioso e sério. A afetividade e empatia é fundamental para estabelecer uma relação de respeito e confiança.Não esquecendo que o modo de agir do professor vai influenciar na aprendizagem dos alunos e refletir os valores e padrões que estão sendo transmitidos.O professor também deve estar atento para que a amizade com os alunos não interfira no exercício de sua autoridade.
No geral, os professores preferidos dos alunos são aqueles que sabem mais, tem sempre uma aula dinâmica e um bom relacionamento com eles.
Cabe então a cada professor, se esforçar para está sempre atualizado na sua área, refletir sobre sua metodologia de ensino e desenvolver habilidades para lidar com as diferenças de cada sala de aula.
Além de torcer pela sorte e pela boa vontade dos alunos. ;)

Indisciplina

Motivo de preocupação e desânimo para muitos professores, a indisciplina é um problema antigo que está presente, de alguma forma, em todas as escolas.A indisciplina é a quebra de regras, sejam elas morais, baseadas em princípios éticos; ou regras convencionais, defendidas por um grupo específico; no caso estudado, a escola.
Ao lidar com a indisciplina, o professor precisa identificar que tipo de regra está sendo quebrada, e a que grupo ela pertence, e só depois agir para contorná-la.
A indisciplina pode ser fruto da falta de autoridade do professor para com o alunato; pode ser uma forma de reclamar a imposição de regras, sem explicações claras para os alunos; ou até mesmo fruto de uma didática inadequada por parte do professor.
No geral a indisciplina é uma resposta do aluno a algo que ele não está gostando ou não está entendendo.
A dificuldade de lidar com a indisciplina está no fato de suas questões serem de natureza humana.Sendo assim complexas e incertas.Mas há sempre esperança!Para se dar bem com umaa turma indisciplinada, seria interessante para o professor, discutir e distinguir as regras morais das convêncionais junto com os alunos, vendo no diálogo a melhor forma de resolver problemas.Para evitar a indisciplina, cabe ao professor coquistar o respeito dos alunos com boas aulas e bons métodos de ensino.Além de estar sempre alerta, para com calma, manter a turma sob controle. Não esquecendo que a adolencência é uma fase de turbulência, incerteza e fragilidade, onde o indivíduo está sujeito/propenso a momentos de instabilidade.
Por fim, a questão da indisciplina depende muito da visão de mundo, do ser, de cada aluno e do empenho de cada professor.

Indisciplina: Um sinal da modernidade?

Há uma preocupação cada vez maior com a indisciplina, mas ela é um fenômeno bem antigo e faz parte do processo de aprendizagem do ser humano.
Para o homem viver em sociedade, regulamentar o convívio com outros indivíduos é necessária a subordinação de regras, atitudes, valores e normas. A indisciplina é a oposição e resistência a essas regras.
Quando se trata da indisciplina do aluno no ambiente escolar, devemos buscar os motivos desses comportamentos não só no ambiente familiar, mas também na instituição de ensino. É preciso analisar as relações professor/aluno, ensino/aprendizagem, escola/sociedade.
A construção de regras em conjunto também facilita o convívio social e a subordinação já que as regras foram aceitas por todos. Quando a escola acolhe e considera e expressão de certos descontentamentos, sem se sentir institucionalmente ofendida e considera esses atos como lição de aprendizagem, ela poderá contribuir ainda mais para o ensino e o convívio social.

O lado negro da adolescência!

Entende-se que a adolescência é uma fase conflituosa da vida devido às transformações biológicas e psicológicas vividas. Surgem as curiosidades, os questionamentos, à vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo dos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as suas próprias decisões.

É o momento em que o adolescente procura a sua identidade, não mais se baseando apenas nas orientações dos pais, mas também, nas relações que constrói com o grupo social no qual está inserido, principalmente o grupo de amigos.


A DROGA aparece na adolescência muitas vezes como uma ponte que permite o estabelecimento de laços sociais, propiciando ao indivíduo o pertencimento a um determinado grupo de iguais, ao tempo que buscam novos ideais e novos vínculos, diferentes do seu grupo familiar de origem.

Gorgulho (1996 p.163) acredita que numa situação de drogadição entre adolescentes, a família pode ajudar reconhecendo sua parcela de participação no que está ocorrendo. Depositar toda responsabilidade no adolescente, ou como afirma Scivoletto (2002 p.72) nas "más companhias", não só não solucionará o problema, como também não parece muito condizente com a realidade.

Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nada em casa. Outros pais buscam a internação de seus filhos esperando um método de cura imediata. Há alguns que recebem a notícia acusando o grupo social a qual o filho pertence.


COMPORTAMENTO DELINQUENTE

O que se chama comportamento delinquente engloba uma diversidade de actos com formas de aparecimento muito distintas, sofre variações com o tempo e assume múltiplas facetas e formas de expressão.

Tipos de comportamento delinquente


Delinquência limitada à adolescência

Aparecimento na fase inicial da adolescência

Remissão da actividade delinquente durante a idade adulta

Prevalência generalizada e ausência de continuidade

Fenómeno temporário, adaptativo e quase universal


Comportamento anti-social persistente

Manifestações anti-sociais precoces

Actividade anti-social que se prolonga na idade adulta

Provável base biológica (e.g., défices nas capacidades neuro-psicológicas)

Representa uma fracção reduzida dos que praticam actos sociais

Indisciplina nas escolas

A indisciplina na sala de aula e na escola tem sido uma preocupação e tema de conversas em sala de professores, nas diversas instituições de ensino. Ela se manifesta no corredor, durante os intervalos, na sala de aula, nas visitas, nos eventos da escola, na entrada e na saída, etc. Manifesta-se através das conversas paralelas, na dispersão durante a aula, através da não participação, quando o aluno não traz o seu material, quando usa boné, ou CD player durante a aula, quando sujam as cadeiras e paredes, quando querem ir toda hora ao banheiro, quando não vão de uniforme à escola, ou mais seriamente através da manifestação da violência, do tráfico de drogas, furtos, portes de arma, etc. Todas estas manifestações perturbam o educador e toda a conjuntura escolar, mas se compararmos esta indisciplina com a indisciplina social – como fome, mortalidade infantil, desemprego, corrupção, assalto, seqüestro, neonazismo, violência no transito, pichações, depredações, lixo no chão, extermínio de crianças, impunidade, etc. – a indisciplina escolar não se parece tão grave.

A escola deve e precisa assumir o papel de garantir as condições apropriadas ao processo ensino-aprendizagem, a partir da sua realidade, e, portanto das condições, das necessidades e do desenvolvimento dos alunos. Dessa forma, as expectativas da escola precisam estar consensuadas entre toda a comunidade escolar e não apenas pelos profissionais da educação. A disciplina requer um aprendizado. Parafraseando Paulo Freire (1921 – 1997): Ninguém disciplina ninguém, mas por outro lado ninguém se disciplina sozinho. Os homens se disciplinam em conjunto, intermediados pela realidade do mundo.

A relação entre professor e aluno!

Às vezes a sala de aula parece um campo de batalha ente nações diferentes: professores e alunos parecem não falar a mesma língua e estar em lados opostos sempre. O educador, como parte mais experiente, deve ter sabedoria diante dessa situação, pois há muito o que ser observado.

Existem muitas possibilidades porque tal quadro acontece, porém, os motivos mais sérios podem estar:

Nos alunos: Na fase da adolescência, os alunos não têm muito interesse em aprender, pois não sabem reconhecer a importância de se estudar e não valorizam o estudo, tampouco o professor.

Nos professores: Diante da sala apática e desinteressada, o professor não demonstra empenho em despertar o interesse do aluno por não dominar estratégias que chame a atenção da faixa etária. Pior ainda, não quer saber se existe um método que pode dar certo, simplesmente ignora, é indiferente.

Na escola: A escola essencialmente tradicional não permite que os professores desenvolvam novos métodos de ensino, novas atividades que despertem o interesse dos alunos. Neste caso, cabe ao professor rever com seu coordenador as metodologias adotadas e o desempenho dos alunos.

Na família: As famílias dos alunos podem estar passando por problemas financeiros ou por brigas. Podem estar em processo de divórcio ou já estarem dissolvidas. Ainda pode ser o caso do jovem não ter tido desde a infância, a atenção devida e a educação adequada.

Nos jovens: Eles já têm em mente o motivo principal de ir à escola: encontrar os amigos e/ou namorado(a). Neste caso, só a conversa não resolve, é necessário além dela, descobrir outros alvos de interesse deste jovem ou deste casal e trabalhar em cima dos mesmos.

Portanto, é necessário reavaliar a conduta de todas as partes envolvidas no processo de aprendizagem e buscar alternativas para a melhoria do mesmo! E não simplesmente apontar um ou outro responsável!